Quando sorri é como se a vida fosse contagiada pela essência divina. Quando fala é como se os anjos parassem para ouvir e atenciosamente guardar cada letra bem dita. Quando dança (ah quando dança!), a arte se expressa naturalmente e as palavras se confundem com os gestos e a coreografia canta, ora e, deste modo, alcança o inalcançável e na simplicidade contorna o que se parece muito com o sagrado. Quando chora suas lágrimas são guardadas pelo próprio Deus e utilizadas para regar a esperança.
Talvez seja brega, ou indiferente e indispensável, para alguns ridículo, sobretudo a sensação é que até mesmo a lua sorri quando ela ‘sai pra fora’. Que a vida tem uma melodia tão harmônica que combina com os ritmos dos seus passos que demonstram o que pulsa e salta em seu coração. Essa é a maneira d’ela ser...

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