domingo, 9 de agosto de 2009

Paternidade segundo o coração de Deus


Culto Jd. Conceição 09/08/2009
Texto: I Reis 19.4-8
Tema: “Paternidade segundo o coração de Deus.”
TEXTO
4 Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte e disse: Basta; toma agora, ó SENHOR, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais.
5 Deitou-se e dormiu debaixo do zimbro; eis que um anjo o tocou e lhe disse: Levanta-te e come.
6 Olhou ele e viu, junto à cabeceira, um pão cozido sobre pedras em brasa e uma botija de água. Comeu, bebeu e tornou a dormir.
7 Voltou segunda vez o anjo do SENHOR, tocou-o e lhe disse: Levanta-te e come, porque o caminho te será sobremodo longo.
8 Levantou-se, pois, comeu e bebeu; e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus.
EXÓRDIO
O filme 300 conta a história de um rei que juntou os seus melhores soldados e foi lutar contra aproximadamente um milhão de soldados. No decorrer do filme alguém pergunta para o rei: Você não tem medo? Ele responde: Sim. Mas quando o medo olha e sorri para mim, o que posso fazer é olhar e sorrir para ele também. Essa atitude do rei nos faz pensar em como temos agido diante de situações que nos trazem medo e nos dão medo.
O medo tem a capacidade incrível de fazer com que o ser humano não viva, simplesmente desista da vida. Uma outra característica do medo é ofuscar ou até mesmo apagar as vitórias do passado, o medo trás consigo a perspectiva de derrota e aflição. Também gera um clima de inferioridade e uma grande ênfase no desânimo. O medo não permite qualquer tentativa e anula qualquer risco.
Um outro aspecto do medo é que ele pode gerar a depressão. Alguns dizem que depressão é a fase em que o medo está tão aflorada, que a pessoa desiste de tudo, de toda a sua vida. Não importa se tem filhos, se trabalha, se é casada, a pessoa precisa se esconder do mundo. Talvez ela não queria apenas se esconder de todo o restante do mundo, mas também esconder de si própria. Um desejo é não ouvir nada, ficar preso em um quarto. Se pudesse, até a voz de sua consciência ela se esconderia. O medo gera a tristeza, que gera a depressão, que gera a morte.
O texto em I Reis que foi lido, um outro lado de uma mesma pessoa, mas não era uma simples pessoa e sim, um grande homem de Deus, o profeta Elias. Ensinando que, todos os seres humanos, sem exceção passa pelo medo.
No capítulo 18 relata a história de que aproximadamente 850 profetas de Baal que servia a rainha Jezabel havia matado todos os profetas de Deus e que só sobrava Elias, e eles desafiam o Deus de Elias. Então, Elias faz um acordo: iriam montar dois altares e colocar ali um bezerro. O Deus que fizesse pegar fogo aquele altar seria o verdadeiro Deus e conseqüentemente, o outro profeta teria que perder a vida. Os 850 profetas de Baal aceitaram a aposta.
Eles começaram a clamar o seu deus. A gritaria, o choro, a carnificina do próprio corpo, as músicas, tudo o que se tinha direito foi feito, e nada do seu deus se manifestar. Até que chegou a hora de Elias clamar o seu Deus para queimar aquela ovelha. Ele pede para jogar água, mais água, até que a ovelha estivesse submersa nesta água. Ele chega diante do altar, agora aquático e diz: Senhor, sou servo e faço essas coisas em seu nome. E o fogo caiu do céu e consumiu aquele altar por completo. Em seguida, todos os profetas de Baal foram consumidos.
Naquele momento, Elias tinha apenas motivos de louvar ao Senhor, confiar em seus atos poderosos em seus grandes feitos. Todavia isso não aconteceu. Quando Jezabel fica sabendo do que havia acontecido ela afirma que iria acabar com a vida de Elias. O profeta, o representante do Deus altíssimo fica com medo e foge.
Existe um grande dificuldade em entender o que aconteceu com Elias de fato, como esse medo e essa covardia tomou conta de seu coração? Esse texto que ensinar muito aos pais de hoje. Será que o medo e a depressão tem tomado conta dos seus corações e feito você fugir do que Deus quer para a sua vida e família?
O que a situação do profeta Elias pode nos ensinar hoje em nossa paternidade? Será que temos fugido do que Deus tem para as nossas famílias?
Em primeiro Lugar nota-se que...
I – Os pais caminham rumo ao deserto.
O significado do deserto é lugar de necessidade, de tentação, de medo e até mesmo de crise. À partir da crise, podemos aprender muito. Pois a crise tem um duplo sentido, de perigo e também de oportunidade. Logo, o deserto tem a capacidade de mostrar a crise mas também gerar oportunidades únicas, depende de como se aproveita. Elias tinha caminhado de própria vontade para o deserto, ele foi atrás do problema, procurou problema para si. Durante um dia ele caminhou no deserto, um dia representa todas as forças que ele tinha, quando vê uma pequena sombra e de repente desiste de tudo e pede para si a morte.
Alguns de nossos pais passam por essa mesma situação. Caminham rumo ao deserto, lugar da não vida, acham que estão fazendo as coisas certas, depois que perdem todas as suas forças, param na primeira sombra que se deparam e pede para si a morte. Porque não vê mais sentido para viver.
Nossos pais de hoje, se estão rumo ao deserto ou até mesmo sem forças, parado sobre uma pequena sombra, pensando em desistir de tudo. Deus te convida a olhar para aquilo que pode te dar esperança. Olhe para as suas vitórias no passado, olhe para o que Deus já fez e tenha certeza de que Ele irá continuar a te sustentar em todo tempo. Não se apegue aos problemas ou limitações. Aproveite das crises como uma oportunidade de crescimento, não como aquilo que te jogará para a morte.
Em segundo lugar nota-se que...
II – Pai, Não perca tempo dormindo.
O texto diz que Elias dormiu. A escolha de Elias diante da crise foi dormir e desistir da vida. Lembre-se sempre pai: DESISTIR É SEMPRE MAIS FÁCIS!
Elias pediu a morte e dormiu, não confiando no Senhor, mas confiando que ele iria “acordar morto”. Por vezes fazemos isso, dormimos diante da vida. Perdemos o crescimento das crianças, perdemos a alegria de ser esposo, pai, amigo, filho, o pior de tudo é que se perde isso dormindo com a depressão e o medo que fizeram morada nos corações. Mesmo com as revelações que são dadas por Deus, mesmo com o alimento que é dado pelo anjo do Senhor, com o pão que dá força e a água que traz esperança, voltamos a dormir.
Muitas famílias vivem em desespero, medo, incertezas, problemas existenciais dos mais variados porque os pais estão dormindo diante da vida. Mesmo Deus trazendo o alimento da vida eterna, mesmo Deus dando a água que trará esperança e vitalidade, os pais se contentam com a morte, com o sono profundo da desilusão.
Deus chama hoje os pais a fazerem uma escolha: Ou continua no mesmo patamar de comodidade que está e vê seus filhos destruídos, mortos, suas esposas infelizes, suas vidas no poço ou, acordam e não desista da vida. Os problemas são os mais variados, por vezes não se tem força e nem condições para enfrentá-lo, sobretudo, da mesma forma que Deus trouxe alimento para a vida de Elias, Ele pode trazer para as nossas vidas e nos sustentar para a enfrentar o que for preciso.
Em terceiro lugar notá-se que...
III – O toque de Deus nos leva a caminhar
Depois que o profeta comeu e voltou a dormir, o anjo apareceu novamente, tocou na sua vida e disse: Come e bebe porque a viagem será longa. E ele comeu, bebeu e andou por quarenta dias e quarenta noites.
Nossos pais de hoje precisam acordar, comer do pão que é Cristo Jesus, Beber da água que é palavra de Deus e caminhar durante quarenta dias e quarenta noites. Caminhar 40 dias é: ser moldado no tempo oportuno por Deus, ser trabalhado, ser ministrado na hora certa, do jeito certo pelo próprio Deus. Os pais de hoje precisam se alimentar das palavras que pode dar a vida eterna, e conseqüentemente, caminhar rumo a direção de Deus.
A força que está comida pode dar é o caminhar certo diante da presença de Deus. Superando os obstáculos que aparecerem, superar o frio da sociedade que diz que família não vale mais a pena. O calor do inferno que afirma que é mais fácil destruir um lar do que constituí-lo. As chuvas de fofocas, de invejas diante de uma família que desfruta da restauração plena do Senhor.
Essa comida dará força para caminhar até Horebe, o monte do Senhor, o lugar onde existe a revelação plena e suficiente vida de Deus. Se os pais não desistirem, se alimentarem do pão que é Jesus e caminharem rumo ao Horebe, a certeza que se chegará é que ele trará a sua iluminação e revelação para as famílias, se mostrando um Deus forte e presente.
Concluindo...
Por fim, pais deixem de caminhar rumo ao deserto de suas vidas, não leve suas famílias para o deserto propositalmente, não fuja das situações que aparecem em sua vida. Não durmam diante do crescimento dos filhos, diante das dádivas preciosas que Deus tem dado. Não perca tempo dormindo, quando existem esposa e pais precisando ser cuidados por vocês.
Finalmente, pais, permita o toque de Deus em sua vida. Se alimente do pão que é Jesus Cristo, que dá a vida eterna e força para vencer o mal. Beba da água da esperança, que gera a certeza do caminhar e permanecer. Permita a si próprio a revelação vinda do alto. Ser ministrado pelo Espírito é desfrutar da vida eterna.
Sejam pais como Deus é. Amém da forma como Deus ama. Suas famílias, suas esposas, seus filhos, seus amigos. Seja um homem cheio do Espírito Santo de Deus.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O Pão da vida

Culto Jd. Conceição 02/08/2009
Texto: João 6.22-26
Tema: “O Pão da vida”
TEXTO
22 No dia seguinte, a multidão que ficara do outro lado do mar notou que ali não havia senão um pequeno barco e que Jesus não embarcara nele com seus discípulos, tendo estes partido sós.
23 Entretanto, outros barquinhos chegaram de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, tendo o Senhor dado graças.
24 Quando, pois, viu a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, tomaram os barcos e partiram para Cafarnaum à sua procura.
25 E, tendo-o encontrado no outro lado do mar, lhe perguntaram: Mestre, quando chegaste aqui?
26 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes.
27 Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo.
28 Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: Que faremos para realizar as obras de Deus?
29 Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado.
30 Então, lhe disseram eles: Que sinal fazes para que o vejamos e creiamos em ti? Quais são os teus feitos?
31 Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer pão do céu.
32 Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; o verdadeiro pão do céu é meu Pai quem vos dá.
33 Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo.
34 Então, lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão.
35 Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.
36 Porém eu já vos disse que, embora me tenhais visto, não credes.
EXÓRDIO
Tenho pensando ultimamente na definição de Motivação. No dicionário encontrei algo que dizia: “Ato de motivar; Exposição de motivos; Psicológico – Conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, que agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo”. Por motivar encontrei: Despertar o interesse; incentivar. E por Motivo: Que move ou serve para mover, movente motor. Que é princípio ou origem de alguma coisa. Causa, razão; Alvo, intenção. Quando se refere a motivação organizacional, percebemos algumas definições semelhantes, sendo elas: Desejo, força, necessidade ou outra característica interna à cada pessoa que a leva a buscar a satisfação; é uma predisposição interior de cada ser humano, presa às características próprias da personalidade, e que leva a cada um agir de determinada forma, numa determinada direção.
À partir desta afirmação, entendemos que cada ser humano tem as suas próprias motivações para fazer algumas coisas. Os adultos tem motivações distintas das crianças ou dos mais jovens. Pois esses são motivados por aquilo que pode dar retorno financeiro, status, satisfação das mais diversas. Sendo que as crianças possuem motivações distintas para fazer suas atividades.
O tema de Motivação me fez pensar a respeito de converter e convencer. Mesmo sendo duas palavras bastantes semelhantes e por vezes, tratadas de maneira similar, percebi sua distinção. A definição para convencer é: Persuadir com argumentos, razões ou fatos; Ficar persuadido; considerar, provando ou demonstrando. A definição para conversão é: ação de voltar; mudança de forma ou de natureza; transformação; abandono de uma religião ou seta, para se abraçar outra.
Logo, percebo o quanto as essas duas palavras são distintas. Por fim, cheguei à uma conclusão: A motivação que nos leva a buscar a Jesus e a presença de Deus é a genuína e verdadeira conversão ou apenas um convencimento da grandeza de Deus?
EXPLICAÇÃO
O texto de João nos mostra pessoas que eram motivadas a buscarem a Jesus, correrem a atrás da presença de Jesus, todavia, não pelo real motivo. Eram pessoas convencidas de que Jesus poderia fartá-los com alimento, que ele era o um líder caridoso e bom. Um homem que não deixaria os seus passando por necessidade, que sempre traria uma palavra de ânimo, contudo, não enxergavam em Jesus uma figura de Salvação eterna. Eram pessoas que atravessaram o mar para se achegar na presença de Jesus, percorrer uma distância imensa e até mesmo passar por alguns perigos, todavia, não pela simples presença de Jesus, mas para receber o que ele poderia dar. Pessoas amargas, cruéis, frias, oportunistas e sem compromisso com o reino de Deus.
ASSUNTO
Motivação na busca pelo Pão da vida – Jesus.
TEMA
“O Pão da vida”
PROPOSIÇÃO
O texto apresenta algumas características das motivações das pessoas para buscarem a presença de Jesus, será que hoje, encontramos algumas semelhanças entre eles e nós?
ARGUMENTAÇÃO
Transição: Em primeiro Lugar nota-se que...
I – Seu interesse era na Bênção, não em Jesus. (v. 22-27)
A primeira característica que o texto apresenta é que essas pessoas buscavam Jesus não pelo o que ele era ou o que representava, não porque enxergavam nele possibilidade de vida eterna, mas o buscavam porque ele poderia trazer ou dar alguma vantagem. Não queriam saber se Jesus era o próprio Deus, porém, a vantagem que este “tal” Jesus poderia dar a cada um deles.
Em nossos dias, percebemos pessoas que correm atrás de Jesus não pelo o que ele é, não porque entendem o seu amor sem limite, sem pudor, um amor incondicional, mas buscam Jesus para ter o carro do ano, a melhor roupa, o melhor emprego, ter mais destaque ou mais status, ser considerado grande, próspero. Pouco importa a sua relação com Jesus. São pessoas convencidas nas bênçãos de Jesus, não no Jesus que é a verdadeira bênção. Converter-se é fundamental!
Hoje no cenário evangélico existem pessoas que possuem a motivação errada na busca da presença de Jesus. Pessoas com os desejos errados, simplesmente convencidas e não verdadeiramente convertidas. Esse texto nos faz pensar o nível de convertimento que estamos e o porque estamos buscando a presença de Deus. Será que quando nos deparamos com Jesus, somos cínicos com ele dizendo: “Opa o senhor tá aqui?” A verdadeira conversão gera sinceridade na busca da presença de Jesus.
Transição: Em segundo lugar nota-se que...
II – Somos motivados pelas evidencias falsas. (v. 28-31)
O texto mostra também que Jesus pede para eles abrirem os olhos e buscar a verdadeira fonte de vida. Mas eles interrogam a Jesus exigindo algumas evidências e sinais. Se utilizam da própria palavra de Deus para colocar Jesus em “Xeque”. Pois, os pais foram alimentados do maná vindo de Deus, no céu, está era uma evidência, agora, qual seria a evidência que Jesus iria dar para eles abrirem mão de tudo para segui-lo? Eles não poderiam servir a Deus ou fazer suas obras sem que não tivessem as bênçãos. Alguma motivação teria se, recebessem algo em troca.
Novamente, percebemos tristes relações com este povo e a Igreja de Cristo hoje. Pois, alguns fiéis afirmam que só podem servir a Deus se: receber tal bênção, for agraciado com tal graça, e etc. Poucas pessoas se dispõem a buscar ou ter a presença de Jesus sem alguma condição. As vezes, “uns e outros” pedem sinais, afirmando que, se o outro recebeu determinada coisa, então quero receber também.
O evangelho que tinha como motor o amor incondicional, passou a ser condicionado pelo egoísmo, o que era espiritual agora é manipulado pelas “evidências” materiais. Acredito que mesmo em meio a triste, Jesus tenta ensinar para aqueles naquele tempo e para a sua igreja hoje que: Devemos investir tempo naquilo que é eterno.
Ter a verdadeira motivação de buscar a presença de Jesus só pode acontecer à partir da conversão pelo seu nome, pelo sua amor, converter-se é amar sem limites. É buscá-lo não pelo o que ele pode dar, mas simplesmente pelo o que ele é. Mudar de rumo, ser transformado pela graça de Deus, pelo seu carinho, pela convicção de que não existe nada melhor do que apenas crer na presença de Jesus.
Transição: Em terceiro lugar notá-se que...
III – Temos dificuldade de crer no verdadeiro pão da vida.
Jesus se apresenta como o verdadeiro pão vindo do céu. Aquele que pode alimentar não apenas neste mundo, mas o que pode dar vida eterna. Porém, aqueles que ouviram isto, continuaram com os corações duros com isso. Pois eles não acreditavam, não criam que Jesus era a única bênção necessária e suficiente.
Nossos dias são marcados por pessoas que escutam a voz de Deus, ouvem seu direcionamento, suas palavras de amor, mas mesmo assim, continuam com o coração duro diante de tudo isso. Pessoas que se acham auto-suficientes, que se esquecem que não existe nada mais importante do que o poder e a salvação vinda de Deus.
Encontramos no evangelho que Jesus, é o pão da vida, quem comer dele nunca mais terá fome. Essa fome é, não sentirá nenhum tipo de vazio, pois ele será o suficiente. Mesmo em meios as tribulações, aos medos e ao caos, Jesus irá suprir toda a fome, seja ela física ou espiritual. Também encontramos que, aquele que nele crer, jamais terá sede, pois ele é o que necessário, o suficiente.
PERORAÇÃO
Transição: Concluindo...
Somos desafiados a buscar a verdadeira motivação para se achegar diante de Jesus. Não ir atrás das bênçãos de Deus, mas sim do Jesus que conseqüentemente pode dar as bênçãos. Não se bastar pelas evidências humanas, com aquilo que é material e visível, mas acreditar e ter certeza das providências que pode ser dada por Deus, pois o melhor de Deus ainda está por vir. Acreditar que Jesus é o verdadeiro pão da vida, aquilo que irá saciar toda e qualquer necessidade que tivermos.
Por fim, somos chamados a não ser igual a estes que aparecem no texto, que mesmo depois de todas as palavras de Cristo, continuam com o coração duro, somos chamados a comer do pão da vida que é Jesus, o Cristo e desfrutar da vida eterna à partir de Hoje.