Introdução
O processo de secularização, em nossos dias, se dá em todos os âmbitos. Todos os meios sociais, inclusive a igreja, são influenciados pelo sistema de secularização que teve inicio dos primeiros séculos do período moderno e chegou ápice no século XX. Em primeiro lugar, é fundamental explicar o termo secularização que será abordado.
A partir do conceito de Peter Berger, percebemos algumas perspectivas para secularização. Uma destas é a idéia de que forças religiosas e/ou eclesiásticas perdem sua autoridade e poder sobre a vida das pessoas. Pode ser entendido também como a volta do indivíduo ao “mundo”, sendo que o termo secularização, em alguns casos, tem sentido descritivo (de uma atividade) ou, quase que na maioria das vezes, utilizado como conotação valorativa positiva ou negativa. Portanto, Berger afirma que:
“Por secularização entendemos o processo pelo qual setores da sociedade e da cultura são subtraídos a dominação das instituições e símbolos religiosos. Quando se fala de história Ocidental moderna, a secularização manifesta-se na retirada das Igrejas cristãs de áreas que antes estavam sob seu controle ou influência: separação da Igreja e do Estado, expropriação das terras da Igrejas, ou a emancipação da educação e do poder eclesiástico. Secularização é mais que um processo sócio-estrutural. Ela afeta a totalidade da vida cultural e da ideação...”1
Desta forma, fica evidente o poder de influência que o processo de secularização tem na vida dos seres humanos, dando possibilidades para novas perspectivas teológicas. Uma delas trata da maneira de ver e entender a figura de Jesus, um camponês judeu, do mediterrâneo no primeiro século. Em nossos dias, grande parte das instituições religiosas, falam apenas do Jesus divinizado, não humano, o Todo-Poderoso. Porém, existe uma outra corrente teológica, que respeita a divindade de Jesus, mas que busca o Jesus histórico2.
Os estudos históricos e teológicos mostram que, quando passamos a estudar a figura do Jesus histórico, percebemos que existe uma divisão, entre o Jesus anunciado pelas comunidades e o Jesus judeu do primeiro século. Essa distinção existente é por um lado muito positiva, pois apresenta dois lados de um mesmo personagem. Apontando desta maneira potencialidades e limites de cada um. Alfonso Garcia Rúbio tem um conceito muito satisfatório a respeito desta distinção entre o querigma eclesiástico e a historicidade:
“'Jesus histórico' é o Jesus que pode ser reconstituído pela investigação histórica, aquele homem que viveu e morreu na palestina no século I, ocupada na época pelos romanos. Já o “Cristo da fé” é aquele anunciado pela igreja depois da páscoa, o Cristo dos símbolos de fé e das declarações dogmáticas.”3
A partir destas perspectivas podemos nos perguntar: Qual é a relação entre o processo de Secularização e a figura do Jesus Histórico?
Problema e Hipóteses
Muitas tendências religiosas afirmam que o movimento de secularização é negativo para a propagação da fé e o desenvolvimento de um pensamento religioso coerentes com os elementos fundamentes da fé. Contudo, acredita-se que a secularização foi o caminho sistemático que possibilitou as pesquisas sobre o “Jesus histórico”, e com isso passou a mostrar novos meios para a manifestação da fé, facilitando assim o conhecer e o fazer teológico e uma práxis mais humanizante.
A partir destas perspectivas podemos nos perguntar: Qual é a relação entre o processo de Secularização e a figura do Jesus Histórico? Será que prevalecem na secularização os aspectos negativos? Será que a secularização ajuda a entender melhor a figura humana de Jesus e suas contribuições como ser humano e para o ser humano? É certo que o conceito de secularização abre novos caminhos para o conhecimento do Jesus Histórico, porém, será que estes caminhos contribuem para o aprofundamento de uma vida cristã humanizante ou apenas geram especulações inférteis? Será que são caminhos construtivos ou destrutivos para a fé cristã?
Justificativas e Fundamentação Teórica
Este trabalho surge a partir de alguns questionamentos, sendo que um destes é se a ênfase na humanidade e na historicidade de Jesus, resultado das análises históricas e científicas modernas, feitas no contexto do processo de secularização, leva necessariamente à perda da força da fé cristã? Uma outra questão é se o processo de secularização é algo positivo para as instituições religiosas ou não? Da mesma forma, está o questionamento, de cunho mais teológico sobre a figura do “Jesus Histórico”, que surge com este movimento e como ele se articula com a secularização vivida especialmente no século XXI.
Diante dessas questões, é importante perceber as características históricas do processo de secularização, que tem seu início no século XVI, com valores religiosos a partir da reforma, “quando a teologia reformatória de todos os matizes demoliu o edifício sacral da idade média”4.
A história nos mostra que o termo secularização foi usado originalmente, “na esteira das guerras de religião para indicar a perda do controle de território ou propriedades por parte das autoridades eclesiásticas”5. O mesmo termo passou a indicar a volta de uma pessoa religiosa para o “mundo” (ambiente não religioso), sendo que seus valores não são mais respaldados a partir da religião vigente (o cristianismo). O termo poder ser utilizado em um sentido puramente descritivo e não-valorativo.
No que tange a ambientes sociais independentes da religião, o que é chamado por Berger de “círculos anti-clericais” e “progressistas”, secularização é a representação da libertação humana do domínio opressor da religião ou até mesmo o estágio de maturidade humana. Mas, quando se olha para este termo a partir do ambiente religioso, pode ser considerado uma forma de descristianização (pois ser cristão não é a única opção), paganismo (pois a pluralidade religiosa e o sincretismo aumentam), uma relativização e igualdade das concepções teológicas ou a relação de que todas as pessoas que assumem posturas secularizantes são consideradas atéias6.
Quando se busca o movimento de secularização dentro da história, começando com o povo judeu e caminhando assim até o cristianismo, podemos perceber várias etapas e formas de secularização que ocorreram na história. Desde as origens do tribalismo, as divergências dos pastores de ovelhas e os agricultores, as influências religiosas egípcias, a influência dos juizes, dos sacerdotes e dos profetas nas posturas culturais e religiosas7, posteriormente, as culturas babilônicas, persas, gregas e Romanos. É certo que isso seria um anacronismo. Todavia, a essência da secularização está presente nestes contextos históricos, pois há uma postura autónoma em relação aos valores prescritos religiosos.
No entanto, a noção de secularização que este trabalho terá como base refere-se à formação do pensamento moderno, cujo ápice se dá no século XX.
É importante evidenciar que desde a segunda Guerra Mundial, teólogos, principalmente protestantes, passaram a se utilizar do pensamento secularizante como fonte de sua teologia. Uma das maiores mentes, mesmo sem um material sistemático a respeito desse assunto, foi Dietrich Bonhoenfer. Ele foi o ápice daquilo que pode se chamar de “teologia da secularização”. Nele podemos encontrar uma inversão da avaliação cristã sobre à “secularização” e a tentativa de voltar os olhares aos motivos decisivos do próprio cristianismo, que é um movimento para além da religião, que não pode estar preso nas molduras da religião.
Essa perspectiva de uma teologia secularizada, abre um caminho e um possível diálogo com a figura do Jesus Histórico. Está é uma figura que vem sendo bastante estudada não apenas em nossos dias, mas pelo menos nos últimos dois séculos.
Alguns movimentos acreditam que a ênfase no Jesus histórico é a negação da fé da cristã, mas o desafio do estudo da historicidade de Jesus é perceber a credibilidade divina na figura humana. Quando se entende o paradoxo de que viver é interpretar as ações divinas e que a dimensão da fé passa por essa carga de interpretação, percebe-se à partir daí, a importância de considerar a humanidade de Jesus, sendo que ela nos abre caminhos para interpretar sinais do Reino de Deus8.
Essa perspectiva nos leva a interrogação: o que nós podemos aprender de Deus e ver Deus a partir da vida e historicidade de Jesus? Essa pergunta possibilita o caminhar humano em direção a Deus (metodologia “baixa, ascendente”). Ensinando que o homem faz parte do processo divino9. Quando se percebe que na humanidade existe a presente divina, é possível superar limites dos pré-conceitos, marginalização, pobreza e todos sistemas de opressão humana. É claro que não se pode confundir o termo divino com Messias ou Cristo, mas a ação divina gera pessoas mais humanas e que lutam pela humanidade. Essa é uma características da figura do Jesus histórico.
É importante saber que o cristianismo parte de uma verdade histórica, com respaldo na vida de Jesus, e para isso, é fundamental entender algumas aspectos que não faziam parte de Jesus. Na figura de Jesus não podemos encontrar um homem revolucionário político ou piedoso moralista, ele não pregou teoria religiosa ou uma nova lei, não foi intolerante a realidade, não se preocupou com títulos pejorativos, não se contenta com o Deus distante e longe, e não se importa em ser abandonado no momento mais angustiante de sua vida10.
O Jesus Histórico passou a ser uma categoria de Jesus, contudo não se pode separar o “Cristo da Fé” e seu anúncio querigmático do “Jesus histórico”, meio pelo qual se transmitiu essa mensagem. É certo que existem algumas questões pendentes como o que ele realmente falou ou como viveu de fato, mas, podemos ver no Novo Testamento uma relação do Jesus Histórico com o Cristo da Fé.
Quando se estuda a figura do Jesus histórico no viés da América Latina, percebe-se um Jesus sofredor, poderoso, paradoxal e distante da realidade11, essa imagem precisa ser substituída a partir da vida, morte e ressurreição de Jesus. Sendo que o mesmo homem que estava na “Cruz”, é o homem glorificado12. O Reino de Deus acontece quando existe a relação entre o crucificado e o ressuscitado, o ser que passa pela fase da fraqueza e também pela etapa da plenitude do Espírito13. O Reino é construído e vivido.
Haja vista que a sociedade na América Latina, precisa rever alguns paradigmas, sendo que estes, necessitam de uma expansão ou, até mesmo, serem reformulados, talvez a figura do Jesus histórico e sua relação com o processo de secularização ajude a quebrar algumas “cadeias” como o pré-conceito, dogmatização da fé, e religiosidade de massa.
Em uma realidade em que a figura do Jesus histórico ou é considerada algo negativo ou é esquecida (salvo exceções) e o processo de secularização absorvido (de forma paradoxal), ajudará aos movimentos religiosos e sociais no que tange uma religião mais humana, e uma sociedade, menos religiosa, porém, mais relacional.
Os estudos mais recentes indicam que a religião perdeu o seu querigma profético e deu lugar ao querigma do mercado e do consumo. Deus é mercantilizado, passa de produtor (criador) para produto. De um “bem” inestimável para um “bem” consumível. Que se não satisfazer as necessidades humanas não serve como Deus. Um tempo marcado pelo sujeito que busca a conveniência e satisfação. Sendo que a religião tinha como práxis, a mensagem da insatisfação e luta contra os sistemas de opressão. A racionalização secularizante mostra a vitalidade do sagrado na vida privada.
Que soluções ou respostas inovadoras e criativas as religiões têm sido capazes de produzir em beneficio de seu próprio prestígio que não sejam meramente adaptativas, acomodatícias, condescendentes com a própria modernidade que a descarta e pulveriza?
Quando se olha a religião à partir de um vocábulo mais estrito, percebe-se que a religião ganha uma características de “reatualização e a ritualização do mito, o rito possui o poder de suscitar, ou ao menos, reafirmar o mito”14. Através do rito, o ser humano incorpora o mito. Alguns trocam o termo mito e se utilizam do termo Dogma, defendida por Pieruci:
“está idéia de que a religião estava perdendo importância e que finalmente ia desaparecer no mundo contemporâneo foi durante muitos anos, um dos dogmas mais aceitos na sociologia que lhe deu origem, bem como noutras disciplinas”15.
Porém, mesmo os Países do primeiro mundo, onde a economia e tecnologia são de “ponta”, e que para alguns o conceito de que religião estava chegando ao seu fim, persiste intensamente a idéia do sagrado na vida de muitas pessoas. Sendo assim, nota-se que o sagrado é uma busca constante de todo o ser humano.
É certo que a secularização fez com que a religião conhecesse um declínio, isso é uma verdade histórica e não um mito. Contudo, é preciso lembrar que a secularização possibilitou uma forma de religião alternativa. Logo, podemos notar um declínio não da religião e sim do cristianismo, que era a religião predominante e poderosa. A liberdade humana possibilita caminhos novos para a espiritualidade. O número e a variedade de movimentos religiosos crescem justamente sob o impacto da secularização na medida em que ela significa, ou implica, declínio geral do compromisso religioso. O que tem sido visto é a falta de compromisso social e humano no mundo religioso. Talvez seja um reflexo da sociedade que ensina uma forma de vida que não tem compromisso com nada; uma vida de consumo e de benefícios
As influências de mercado e consumo tomaram conta do mundo religioso, dando um novo formato para ele. As novas religiões de hoje, então, encontram uma religião já reduzida a um item de consumo. O consumidor religioso escolhe uma e até mais de uma experiência mística, ou solução espiritual, ou serviço religioso dentre uma grande variedade de propostas provocantes que são expostas no “supermercado espiritual”.
A partir do sistema de secularização é possível perceber que o sagrado tem ganhado novas dimensões. Podemos entender que o mundo religioso não está em decadência por causa da secularização. Pelo contrário, a secularização possibilita novas formas de manifestação do sagrado. Com isso, a dimensão de espaço sagrado é ampliado para o ser que é sagrado, a pessoa sagrada. A realidade que possui em si a presença sagrada (Santa).
Essa talvez seja “uma chave para demonstrar que a figura do Jesus histórico, um homem judeu do primeiro século, pode ser um caminho para a presença divina”16. A teoria que leva em conta a metodologia “Baixa, ascendência”, mais aceita para este pensamento, transforma-se em exemplo para uma sociedade que, em busca de uma identidade própria e individual de sua religiosidade, pode encontrar ma figura do Jesus Histórico, traços de uma espiritualidade encarnada e uma santidade socialmente responsável.
Tendo como ponto de partida o referencial do Jesus Histórico, é possível, dentro de uma sociedade extremamente secularizada, demonstrar um novo caminho de religiosidade. Uma religião que tenha como síntese o pensamento de Pieruci (1997, 115):
“Sem menosprezar alguns pontos positivos da secularização, como o termo de inclusão, pois os negros, gays e lésbicas, índios, pessoas com deficiências especiais, são temas de assuntos com grande debate. Pois é necessário pensar em uma religião inclusiva.”17
Sabendo que a secularização alcança todos os níveis humanos (conceitos como família, sexo, religião, compromisso, consumo, ética, racionalização, etc.), proponho uma pesquisa que tem como ponto de partida o Jesus histórico e sua importância como figura de parâmetro religioso.
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1BERGER, Peter. O Dossel sagrado: elementos para uma teoria sociológica da religião. 5° ed. São Paulo: Paulus, 2004. p 121.
2CF SCHWEITZER, Albert. A busca do Jesus Histórico. São Paulo: Novo Século, 2003, p. 7-20.
3GARCIA RUBIO, Alfonso. O encontro com Jesus Cristo vivo. São Paulo: Paulinas, 1994, p.12.
4BITTENCOURT FILHO, José. Da Pós-modernidade: Notas sociológicas, NUMEN n°1. Juiz de Fora: EDUFJF p.77.
5BERGER, Peter. O Dossel sagrado: elementos para uma teoria sociológica da religião. 5° ed. São Paulo: Paulus, 2004, p. 117-138.
6BITTENCOURT FILHO, José. Da Pós-modernidade: Notas sociológicas. p78.
7Cf SCHWANTES, Milton. Breve história de Israel. São Paulo: Oikos. 2008. Cf. KOESTER, Helmut. Introdução ao novo testamento. Volume 1: história, Cultura e religião do período Helenístico. São Paulo: Paulus. 2005.
8Cf. COMBLIN, José. Jesus Cristo e sua missão. São Paulo: Paulus. 1983.
9Cf. LOEWE, Willian P. Introdução à Cristologia. São Paulo: Paulus. 2000, p. 5-20
10Cf. KUNG, Hans. Vinte teses sobre ser cristão. Petrópolis: Vozes. 1979, p. 23-55
11ALTMANN, Walter. Lutero e a Libertação: Releitura de Lutero em perspectiva latino-americana. São Paulo/São Leopoldo: Ática/Sinodal. 1994.
12Cf. HICK, John. A metáfora do Deus encarnado. Petrópolis: Vozes. 2000, p. 28-42.
13Cf. GARCIA RUBIO, Alfonso. O encontro com Jesus Cristo vivo. São Paulo: Paulinas 1994, p. 11-22.
14ALMEIDA, Cleide Rita S. O humano, lugar do Sagrado. 6° ed. São Paulo: Olho d'água. 2001.
15PIERUCCI, Antônio Flávio. Reencantamento e dessecularização. A propósito do auto-engano em sociologia da religião. São Paulo: CEBRAP, 1997.
16CF SCHWEITZER, Albert. A busca do Jesus Histórico. São Paulo: Novo Século, 2003.
17PIERUCCI, Antônio Flávio. Reencantamento e dessecularização. A propósito do auto-engano em sociologia da religião. São Paulo: CEBRAP, 1997.